Senhores,
O que é o mundo? (e alguém diria)
Uma bola de terra, com um fogo profundo,
Rodeada de nuvens e grandes
Quantidades de água em seus sulcos?
Onde em suas florestas e águas
Vida em abundância colossal.
Sim. Isto é o mundo também. Mas, não só...
O mundo é formado de terra,
Tem fogo em suas entranhas,
Nuvens em seu entorno,
Águas e florestas na superfície
Mas, dizer que apenas isto é o mundo,
É não dizer o todo a respeito desse substantivo.
Mas, então, o que mais seria o mundo?
Ah, o mundo é também um monte de gente,
Que contente, segue um destino,
Abraça um caminho e se envolve com algo.
Um grupo distinto, composto de tantos,
Que vive a fluir... E contam os outros:
O mundo inteiro está aqui!
O mundo todo gosta de ouvir
Tom Jobim,
O mundo inteiro está acolá,
O mundo todo vive a cantar.
É. O mundo é isso também...
Sim, senhores, o mundo é a expressão
Que define massas de gente
Que aqui e ali, estão a desfrutar disto ou daquilo.
Que estão a penar por causa disso ou daquilo.
Massa de gente é o mundo também.
Mas, vai além de apenas ser
Uma força de expressão
Traduzindo a opção que
Um grupo de gente fez ou é.
O mundo é também as pessoas,
Indistintamente, sem preferências ou alegrias,
Com tristezas e nostalgias,
A deriva ou a conduzir, com maestria, suas embarcações.
O mundo é gente que ama e que odeia,
É a criança que esperneia,
É o ancião que não consegue mais andar.
É a moça que vai se casar e o homem que se separou,
É o bombeiro, o eletricista, o doutor,
O sadio, o doente, o pontual e o tardio.
O mendigo, o milionário, o estelionatário e o camelô.
O mundo são os agentes da vida
Em qualquer patamar.
Afinal, Deus ao mundo amou de tal maneira
Que Seu filho enviou.
Para salvar as gentes, virou gente e entre nós habitou,
Cheio de graça e de verdade.
O mundo sou eu, o mundo é você,
O mundo é o meu avô!
Alguém diria: então, é isso o mundo?
É também, mas por fim, falta ainda assim,
Explicar o que é o mundo do ponto de visto do João,
Que escreve então:
Não ameis ao mundo e nem o que nele há,
Pois quem ama o mundo o amor de Deus,
Nele não está!
Para além de ser um planeta,
Um grupo de gente,
Ou pessoas com endereço e RG,
O mundo também se constitui como um inimigo de Deus.
Um sistema que torna o homem ateu,
Ainda que seja religioso,
Ainda que conviva com o que há de mais divino,
O homem, que se envolve com esse mundo,
Se esculhamba por dentro,
Se torna pão bolorento e amante de si.
Dos significados mais profundos,
Esse é o mais perigoso do mundo,
Onde reina satanás e não Deus.
Assim, o mundo não é um lugar,
Nem um grupo de gente,
Nem gente pra se amar,
Mas um espírito, um sistema,
Um modo de se pensar,
Onde Deus é excluído
E se estabelece, aos poucos,
Devagar, um parque de diversões do inimigo,
Em seu lugar.
E já não importa se o mundano está na rua,
Dentro de casa, na faculdade, na praia,
No parque ou na igreja.
Quem é mundano, o mundo nele está.
A religião não o impedirá,
A oração não o afastará – lembremos do joio e do trigo;
O que este (ou aquela) faz aqui e ali como obra de Deus,
Não conta no céu, pois é resultado de egoísmo cruel,
Holofote para se destacar.
Por isso diz João: quem ama o mundo
O amor de Deus, nele não está!
Ela ou Ele é dominado pela cobiça dos olhos,
Pela cobiça da carne,
E pela ostentação dos bens.
Quem vive para essas coisas,
Certamente, mundano sempre será.
O que é o mundo, senhores?
É o planeta,
São grupos de gente,
São pessoas com endereço e RG...
Mas, também, é um sistema criado por satanás,
Que controla o coração do homem sem Deus,
Assim, lhe roubando a paz.
E como sistema, vive a enredar
Àqueles que andam pela vida
Sem se preocupar com a eternidade...
Querendo viver à vontade,
São presas fáceis do inimigo,
Controlados pelas paixões,
Errantes sem abrigo, como zumbis
Vivendo de uma falsa paz.
Falsa, porque a paz de Deus é diferente.
Não se precisa ter gente, nem dinheiro, nem lugar.
Não... não é necessário sapato novo, nem mais dinheiro,
Nem as honras que os homens dão.
De jeito nenhum, a paz de Deus excede o entendimento.
Lança fora o tormento, faz o cristão seguro a qualquer tempo.
Ansioso pela eternidade, em paz se deita e pega no sono,
Ainda que em provas terríveis, suas lágrimas derramadas em oração,
Trazem paz ao coração, que em Deus descansa e espera.
Cuidado, senhores,
Até aqueles que outrora já foram fiéis
Podem sim se prestar a papéis criados
Para encenar nos cenários de satanás.
Quem ama o mundo, o amor do Pai,
Nele não permanecerá.
Mas, há solução pra isso?
Sim. Enquanto há fôlego há esperança.
A receita para qualquer retorno
É arrependimento, confissão
E abandono da prática do pecado.
E por milagre, Deus opera um novo nascimento.
Se estabelece uma nova aliança,
E a paz de Deus que excede todo entendimento,
Guarda esse coração de criança do mal e do maligno.
Luciano
17/02/2012
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O que é o mundo? (e alguém diria)
Uma bola de terra, com um fogo profundo,
Rodeada de nuvens e grandes
Quantidades de água em seus sulcos?
Onde em suas florestas e águas
Vida em abundância colossal.
Sim. Isto é o mundo também. Mas, não só...
O mundo é formado de terra,
Tem fogo em suas entranhas,
Nuvens em seu entorno,
Águas e florestas na superfície
Mas, dizer que apenas isto é o mundo,
É não dizer o todo a respeito desse substantivo.
Mas, então, o que mais seria o mundo?
Ah, o mundo é também um monte de gente,
Que contente, segue um destino,
Abraça um caminho e se envolve com algo.
Um grupo distinto, composto de tantos,
Que vive a fluir... E contam os outros:
O mundo inteiro está aqui!
O mundo todo gosta de ouvir
Tom Jobim,
O mundo inteiro está acolá,
O mundo todo vive a cantar.
É. O mundo é isso também...
Sim, senhores, o mundo é a expressão
Que define massas de gente
Que aqui e ali, estão a desfrutar disto ou daquilo.
Que estão a penar por causa disso ou daquilo.
Massa de gente é o mundo também.
Mas, vai além de apenas ser
Uma força de expressão
Traduzindo a opção que
Um grupo de gente fez ou é.
O mundo é também as pessoas,
Indistintamente, sem preferências ou alegrias,
Com tristezas e nostalgias,
A deriva ou a conduzir, com maestria, suas embarcações.
O mundo é gente que ama e que odeia,
É a criança que esperneia,
É o ancião que não consegue mais andar.
É a moça que vai se casar e o homem que se separou,
É o bombeiro, o eletricista, o doutor,
O sadio, o doente, o pontual e o tardio.
O mendigo, o milionário, o estelionatário e o camelô.
O mundo são os agentes da vida
Em qualquer patamar.
Afinal, Deus ao mundo amou de tal maneira
Que Seu filho enviou.
Para salvar as gentes, virou gente e entre nós habitou,
Cheio de graça e de verdade.
O mundo sou eu, o mundo é você,
O mundo é o meu avô!
Alguém diria: então, é isso o mundo?
É também, mas por fim, falta ainda assim,
Explicar o que é o mundo do ponto de visto do João,
Que escreve então:
Não ameis ao mundo e nem o que nele há,
Pois quem ama o mundo o amor de Deus,
Nele não está!
Para além de ser um planeta,
Um grupo de gente,
Ou pessoas com endereço e RG,
O mundo também se constitui como um inimigo de Deus.
Um sistema que torna o homem ateu,
Ainda que seja religioso,
Ainda que conviva com o que há de mais divino,
O homem, que se envolve com esse mundo,
Se esculhamba por dentro,
Se torna pão bolorento e amante de si.
Dos significados mais profundos,
Esse é o mais perigoso do mundo,
Onde reina satanás e não Deus.
Assim, o mundo não é um lugar,
Nem um grupo de gente,
Nem gente pra se amar,
Mas um espírito, um sistema,
Um modo de se pensar,
Onde Deus é excluído
E se estabelece, aos poucos,
Devagar, um parque de diversões do inimigo,
Em seu lugar.
E já não importa se o mundano está na rua,
Dentro de casa, na faculdade, na praia,
No parque ou na igreja.
Quem é mundano, o mundo nele está.
A religião não o impedirá,
A oração não o afastará – lembremos do joio e do trigo;
O que este (ou aquela) faz aqui e ali como obra de Deus,
Não conta no céu, pois é resultado de egoísmo cruel,
Holofote para se destacar.
Por isso diz João: quem ama o mundo
O amor de Deus, nele não está!
Ela ou Ele é dominado pela cobiça dos olhos,
Pela cobiça da carne,
E pela ostentação dos bens.
Quem vive para essas coisas,
Certamente, mundano sempre será.
O que é o mundo, senhores?
É o planeta,
São grupos de gente,
São pessoas com endereço e RG...
Mas, também, é um sistema criado por satanás,
Que controla o coração do homem sem Deus,
Assim, lhe roubando a paz.
E como sistema, vive a enredar
Àqueles que andam pela vida
Sem se preocupar com a eternidade...
Querendo viver à vontade,
São presas fáceis do inimigo,
Controlados pelas paixões,
Errantes sem abrigo, como zumbis
Vivendo de uma falsa paz.
Falsa, porque a paz de Deus é diferente.
Não se precisa ter gente, nem dinheiro, nem lugar.
Não... não é necessário sapato novo, nem mais dinheiro,
Nem as honras que os homens dão.
De jeito nenhum, a paz de Deus excede o entendimento.
Lança fora o tormento, faz o cristão seguro a qualquer tempo.
Ansioso pela eternidade, em paz se deita e pega no sono,
Ainda que em provas terríveis, suas lágrimas derramadas em oração,
Trazem paz ao coração, que em Deus descansa e espera.
Cuidado, senhores,
Até aqueles que outrora já foram fiéis
Podem sim se prestar a papéis criados
Para encenar nos cenários de satanás.
Quem ama o mundo, o amor do Pai,
Nele não permanecerá.
Mas, há solução pra isso?
Sim. Enquanto há fôlego há esperança.
A receita para qualquer retorno
É arrependimento, confissão
E abandono da prática do pecado.
E por milagre, Deus opera um novo nascimento.
Se estabelece uma nova aliança,
E a paz de Deus que excede todo entendimento,
Guarda esse coração de criança do mal e do maligno.
Luciano
17/02/2012
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